Menopausa: como reconhecer os sintomas e manter o equilíbrio
Voltar

Menopausa: como reconhecer os sintomas e manter o equilíbrio

Autor: Comunicação Unimed Prudente
4 min de leitura

A menopausa é um processo natural do corpo feminino e faz parte da vida de todas as mulheres. De forma simples, ela é definida como o último ciclo menstrual, marcando o fim da fase reprodutiva. Geralmente, ocorre entre os 45 e 55 anos e pode ser acompanhada por mudanças físicas e emocionais.

De acordo com a Diretora Superintendente da Unimed Prudente e ginecologista, Dra. Juliana Kuhn Medina, a menopausa é uma fase que exige atenção e cuidados específicos, pois pode provocar transformações tanto no corpo quanto na mente da mulher.

Imagem incorporada

Principais sintomas da menopausa

Os sintomas variam de mulher para mulher, mas os mais comuns incluem:

Fogachos (sensação intensa de calor);

Alterações na pele;

Insônia;

Irritabilidade;

Diminuição da libido;

Episódios de tristeza ou depressão;

Mudanças no cabelo;

Maior dificuldade para emagrecer;

Sensação de indisposição.

Outros sintomas que merecem atenção especial nessa fase da vida são o maior risco para algumas doenças. Nesse período, as mulheres ficam mais suscetíveis a problemas cardiovasculares, como infarto, AVC e hipertensão, além de alterações nos ossos e músculos, com maior risco de fraturas causadas pela osteoporose. Também podem ocorrer mudanças no metabolismo, como diabetes e aumento do colesterol ruim (LDL).

“É fundamental que, ao perceber esses sinais, a mulher procure uma ginecologista. O acompanhamento profissional permite uma transição mais adequada, segura e leve, contribuindo para a manutenção da saúde e da qualidade de vida”, reforça a Dra. Juliana.

Tratamento e qualidade de vida

O tratamento durante a menopausa é individualizado e depende dos sintomas apresentados por cada paciente. No entanto, a adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividade física e uma alimentação equilibrada, é essencial para viver essa fase com mais bem-estar.

Em alguns casos, o acompanhamento psicológico também é recomendado, especialmente diante das mudanças físicas e emocionais que podem impactar a autoestima e a disposição da mulher, que muitas vezes ainda se encontra em uma fase ativa da vida.

Quando necessário, o tratamento pode incluir o uso de medicamentos, sempre com orientação médica. Entre as opções estão a reposição hormonal, antidepressivos, fitoterápicos e cremes vaginais, hormonais ou lubrificantes, que ajudam a reduzir o ressecamento vaginal e melhorar a qualidade de vida.

Fontes: Ministério da Saúde/Hospital Albert Einstein

Compartilhe este artigo

Posts Relacionados