Pressão alta ou baixa? Saiba os sintomas
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Pressão alta ou baixa? Saiba os sintomas

Autor: Comunicação Unimed Prudente
7 min de leitura

A pressão arterial é um importante indicador da saúde cardiovascular. Quando está fora dos níveis considerados normais, pode causar condições como hipertensão (pressão alta) e hipotensão (pressão baixa). Essas alterações impactam a saúde como um todo. A Unimed Presidente Prudente te explica como funciona a pressão arterial, como aferi-la, quais são os principais sintomas e que atitudes tomar no dia a dia para prevenir seu descontrole.

Quando falamos em pressão arterial, estamos nos referindo à força que o sangue exerce contra as paredes das artérias. É essa força que permite que o sangue circule por todo o corpo.

Como interpretar o resultado do exame de pressão

Existem várias unidades para a aferição da pressão arterial, mas a mais comum é o “mmHg”, que indica quantos milímetros o mercúrio sobe no medidor. O valor considerado ideal é o popular “doze por oito” (120x80 mmHg), sendo:

  • 120: a pressão nos vasos sanguíneos durante a contração do coração (sistólica), quando o sangue é bombeado para o corpo;
  • 80: a pressão nos vasos sanguíneos durante o relaxamento do coração (diastólica), quando o sangue retorna ao órgão.

A pressão arterial varia ao longo do dia e pode oscilar durante atividades físicas, períodos de descanso, sono ou até conforme o estado emocional de cada pessoa. No entanto, é importante conhecer as referências para saber se sua pressão está “boa”:

  • 120 × 80 mmHg: Considerada ótima
  • Entre 120 × 80 e 129 × 84: Considerada normal, mas não ótima
  • Entre 130 × 85 e 139 × 89: Considerada pré-hipertensão
  • Acima de 140 × 90: Considerada hipertensão

Como diferenciar pressão alta e pressão baixa

Hipertensão

A hipertensão costuma ser silenciosa e está entre as principais causas de morte no Brasil. As causas dessa doença crônica podem ser variadas, mas costumam envolver fatores genéticos ou ambientais, ou até a combinação deles. Assim, é importante visitar um médico regularmente para prevenir problemas futuros.

Apesar de, em muitos casos, não apresentar sintomas, a doença pode causar dor de cabeça, falta de ar, tontura e dor no peito.

Ao notar sinais de pressão alta, procure a unidade de saúde mais próxima para aferir sua pressão.

Prevenir a hipertensão inclui uma rotina saudável de atividades físicas, alimentação regulada e sono de qualidade, além de evitar fumar e ingerir bebidas alcoólicas. Essas práticas também são eficientes para tratar e controlar a doença.

Hipotensão

A hipotensão segue o caminho oposto: ocorre quando há uma queda significativa da pressão arterial. Embora muitas pessoas convivam normalmente com valores como 10 × 6, é importante passar por avaliação médica.

A manifestação mais comum da hipotensão é a postural, também conhecida como ortostática. Nesse caso, a queda de pressão acontece devido à mudança de posição do corpo, por exemplo, quando a pessoa está deitada e levanta-se rapidamente. A queda de pressão também pode estar associada à anafilaxia como consequência de reações alérgicas a medicamentos, alimentos etc.

Os sintomas da hipotensão costumam ser breves e podem incluir dor de cabeça, visão turva, confusão, tonturas, sensação de desmaio, sonolência, fraqueza e, em alguns casos, desmaio. Ela pode ser causada por fatores como desidratação, anemia, perda de sangue, infecção, medicamentos, situações de estresse, dias quentes e doenças como hipoglicemia e problemas cardiovasculares.

Ao notar sintomas de hipotensão:

  • Deite-se ou deite a pessoa com as pernas elevadas
  • Evite o consumo de álcool
  • Evite exercícios físicos intensos em ambientes quentes
  • Levante-se gradualmente (por exemplo, sente-se na beira da cama por um momento antes de se levantar)
  • Hidrate-se e prefira alimentos leves

Se os sintomas forem recorrentes, procure um médico.

Importante: Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.

Fontes: Unimed Coop – Viver Bem; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020; Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

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